Projetos - IEI - International Energy Initiative - Brasil
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Projetos

Portal Brasileiro de Indicadores de Eficiência Energética (PBIEE)

Este projeto prevê a criação e a implementação de um site na internet com dados, indicadores e análises de eficiência energética. O objetivo é acompanhar os progressos na área de eficiência energética no Brasil. As informações estão disponíveis no portal para livre acesso do público e podem ser combinadas a partir de diferentes variáveis.

 

Na primeira fase do projeto foram levantados dados do Programa de Eficiência Energética (PEE), realizado pelas concessionárias distribuidoras de energia elétrica de 2008 a 2013, fornecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Esses dados compõem o Módulo 1 do portal.

Projeto Kigali – Estratégia nacional de eficiência energética para o setor de ar condicionado e capacitação para fortalecer padrões eficientes de energia e rotulagem

Por meio deste trabalho, a IEI Brasil presta apoio técnico no desenvolvimento do estudo de impacto regulatório dos aparelhos de ar condicionado como parte do Projeto Kigali. O iCS coordena o Projeto Kigali, que objetiva antecipar o atendimento à Emenda de Kigali do Protocolo de Montreal, por meio do aumento da eficiência energética e a transição para gases refrigerantes de menor GWP (Potencial de Aquecimento Global) no setor de ar condicionado. A expectativa é ampliar as ações de mitigação das emissões de gases de efeito estufa no Brasil e promover a redução dos custos da energia elétrica.

Projeto Kigali – Iniciativa Eficiência – Impactos da melhoria na eficiência de ar-condicionado

Desenvolvido pela IEI Brasil, em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS), este projeto compara a eficiência energética dos aparelhos de ar condicionado brasileiros com os equipamentos japoneses e coreanos.

 

A pesquisa descreve os impactos de ares-condicionados mais eficientes para o meio ambiente, a sociedade e o consumidor de eletricidade no Brasil. Os resultados apontam a economia de eletricidade que esses equipamentos poderiam gerar e a consequente quantidade de eletricidade que não precisaria ser produzida, além da emissão evitada de gases de efeito estufa.

 

Este estudo faz parte do Projeto Kigali, desenvolvido pelo iCS e relacionado à Emenda de Kigali do Protocolo de Montreal, firmada em 2016.  

Geração Distribuída, Eficiência Energética e o Consumidor Final: Propostas para a Realidade Brasileira

Até o momento a remuneração das concessionárias é basicamente realizada através das vendas de eletricidade dos kWh aos seus consumidores. Qualquer investimento realizado nos seus clientes que possa implicar em riscos para diminuir sua receita não terá interesse para a concessionária. Este é o caso da eficiência energética (EE) e geração distribuída (GD).

 

Este projeto de dois anos tem o desafio de considerar um sistema possível de remunerar a empresa que não seja impactado negativamente. Mesmo quando essa redução de receita seja distribuída na sua área de concessão possa não lhe representar benefícios financeiros imediatos. Ainda, que traga, do ponto de vista do consumidor, benefícios de médio e longo prazo na redução de tarifas, mesmo quando ele não participa diretamente de investimentos em EE ou GD.

Agenda Positiva da Mudança do Clima: análise de capacidades e necessidades tecnológicas

O IEI foi comissionado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), órgão ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, para aplicar metodologia desenvolvida pelo IEI para o setor de energia e realizar as devidas adaptações e aperfeiçoamentos metodológicos necessários quando houver.

 

A metodologia adaptou a proposta no handbook para elaboração do TNA (Technology Needs Assessment), instrumento metodológico para priorizar setores e tecnologias mitigação e adaptação às mudanças climáticas adequados às estratégias nacionais de desenvolvimento do país. A metodologia proposta incorporou a avaliação das capacidades locais de ciência, tecnologia e produção para a identificação das necessidades tecnológicas de maneira a subsidiar o planejamento nacional de ação tecnológica para a mudança do clima, tanto para mitigação como para adaptação, gerando contribuições relacionadas ao recém-criado Mecanismo Tecnológico da Convenção do Clima.

Cenários de Eficiência Energética e Fontes Renováveis para o Relatório Revolução Energética 2016

O IEI foi comissionado pelo Greenpeace para modelar um cenário intensivo em premissas de eficiência energética e 100% baseado em fontes renováveis para cada um dos setores de consumo no Brasil, exceto o setor de transportes, em intervalos de 5 em 5 anos até o ano de 2050. Fará parte do relatório ‘Revolução Energética’ que o Greenpeace publica desde 2005.

 

A partir desses cenários, feitos para o horizonte de 2050, o Greenpeace pretende contribuir para o debate energético nacional, oferecendo cenários alternativos para fomentar as energias renováveis e a eficiência energética no Brasil.