Projetos

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Brasil sob a luz do led

Iniciado em novembro de 2021, o objetivo do projeto é atuar para que seja aprovada na COP 4 da Convenção de Minamata, a ser realizada em março de 2022, a emenda dos países africanos que propõe o fim da produção, importação e exportação de lâmpadas fluorescentes compactas em 2024 e fluorescentes tubulares em 2025.

 

O Brasil é signatário da Convenção. Essas lâmpadas contêm mercúrio, um elemento prejudicial aos seres vivos, inclusive aos seres humanos, podendo ser letal, trazer sequelas permanentes e causar má formação em fetos. O IEI Brasil também passou a fazer parte da Coalização por uma Iluminação Limpa (CLiC), que apoia o projeto.

Integração sul-americana de fontes renováveis de energia

O principal objetivo buscado pelo projeto foi o de promover um debate sobre o potencial e os benefícios de uma integração de geração de eletricidade proveniente de fontes renováveis interligando Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e potencialmente outros países. O estudo foi comissionado pelo ClimaInfo ao IEI Brasil, com o apoio do European Climate Foundation.

 

O lançamento do estudo foi feito em uma live, com a participação do diretor executivo do IEI entre os convidados, e o relatório foi publicado em português, espanhol e inglês (acesse na página do projeto). Também foi produzido um vídeo.

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Parcerias estratégicas para a implantação do Acordo de Paris

O IEI Brasil participa deste projeto de concepção e organização de uma série de cinco Diálogos Estratégicos, de um total de nove, com os estados de São Paulo e do Espírito Santo, abertos aos demais, relacionados ao tema da transição energética e da recuperação verde. Também será elaborado um documento final sobre a temática para o estado de São Paulo.

 

Esse é um projeto de cooperação internacional da União Europeia, no âmbito do programa Strategic Partnerships for the Implementation of the Paris Agreement (SPIPA), e o Brasil, implementado pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH em parceria com a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (ABEMA). O projeto foi realizado como apoio da GIZ.

Elaboração de manuais de eficiência energética

Diante da crise hídrica e energética de 2021, a equipe do IEI Brasil preparou conteúdo informacional em formato de guias sobre o uso racional de energia elétrica e eficiência energética para hotéis, padarias, prédios públicos, indústria e lojas e centros comerciais. O projeto recebeu o apoio da Coelba/Neoenergia.

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Universalização do acesso à eletricidade por meio de fontes de energia renovável

Iniciado em dezembro de 2021, o objetivo do projeto é avaliar o status atual dos sistemas autônomos instalados pelas distribuidoras dentro de seus planos de universalização do acesso à eletricidade. O projeto recebeu apoio do European Climate Foundation (ECF).

 

Em 2009, o IEI Brasil lançou a primeira avaliação após cinco anos da publicação de resolução da Aneel disciplinando o uso desses sistemas em termos de qualidade do fornecimento, autonomia, disponibilidade mensal garantida de eletricidade, responsabilidade, entre outros, como uma das formas de universalização do acesso à eletricidade.

Padrões de eficiência energética de geladeiras e de ares-condicionados mais eficientes

Os refrigeradores disponíveis no mercado brasileiro seguem as melhores práticas internacionais de padrões de eficiência energética – essa é a principal meta deste projeto, iniciado no final de 2021.

 

O Ministério de Minas e Energia prevê a atualização do Padrão Mínimo de Desempenho Energético (MEPS, na sigla em inglês) de refrigeradores em 2022 e a realização de audiência pública e publicação do MEPS de ar-condicionado.

 

O IEI Brasil atua, junto da Rede Kigali, para garantir avanços importantes nesse sentido. O projeto recebeu apoio Instituto Clima e Sociedade (iCS).

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Mecanismos de eficiência energética de geladeiras mais eficientes

O IEI Brasil, coordenando a Rede Kigali, atuou tecnicamente e em campanha de advocacy junto a consumidores e formuladores de políticas pela publicação de portaria do Inmetro revisando a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) de geladeiras. Desatualizada desde 2009, trouxe reflexos negativos para o país.

 

Em 4 de agosto de 2021, a Portaria n° 332 foi publicada. Para saber mais, acesse aqui. Projeto desenvolvido com o apoio do Instituto Clima e Sociedade (iCS).

Avanço nos mecanismos de eficiência energética de ares-condicionados e na governança do IEI

O projeto foi estruturado em dois eixos: um interno, que visou o fortalecimento da governança do IEI Brasil por meio do desenvolvimento de um planejamento estratégico estruturado de cinco anos; e outro programático, que buscou trabalhar para que os padrões mínimos de eficiência energética dos condicionadores de ar vendidos no mercado brasileiro atendessem as melhores práticas internacionais.

 

O IEI enviou contribuição (acesse aqui) à Consulta Pública de revisão desses padrões, encerrada em dezembro de 2021. Neste projeto também foi desenvolvido um estudo sobre o uso da comunicação como instrumento para mudança do comportamento do consumidor. O projeto recebeu o apoio do Instituto Clima e Sociedade (iCS).

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Projeto Kigali 

O IEI Brasil prestou auxílio técnico e de comunicação, além de coordenar e participar de ações de advocacy, em diversas frentes do Projeto Kigali. O Projeto Kigali está relacionado à Emenda de Kigali do Protocolo de Montreal, firmada em 2016.

 

O Projeto tem por objetivo a melhoria da eficiência energética e a redução do uso de gases que causam o efeito estufa em equipamentos como condicionadores de ar e refrigeradores.

Monitor de Eficiência Energética – MonitorEE

Neste projeto, o IEI Brasil criou e implementou um portal com dados, indicadores e análises de eficiência energética. O objetivo é acompanhar os progressos na área de eficiência energética no Brasil. As informações estão disponíveis para livre acesso do público e podem ser combinadas a partir de diferentes variáveis.

 

Na primeira fase do projeto foram levantados dados do Programa de Eficiência Energética (PEE), realizado pelas concessionárias distribuidoras de energia elétrica de 2008 a 2013, fornecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Esses dados compõem o Módulo 1 do portal.

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Geração Distribuída, Eficiência Energética e o Consumidor Final: Propostas para a Realidade Brasileira

Até o momento a remuneração das concessionárias é basicamente realizada através das vendas de eletricidade dos kWh aos seus consumidores. Qualquer investimento realizado nos seus clientes que possa implicar em riscos para diminuir sua receita não terá interesse para a concessionária. Este é o caso da eficiência energética (EE) e geração distribuída (GD).

 

Este projeto de dois anos teve o desafio de considerar um sistema possível de remunerar a empresa que não seja impactado negativamente. Mesmo quando essa redução de receita seja distribuída na sua área de concessão possa não lhe representar benefícios financeiros imediatos. Ainda, que traga, do ponto de vista do consumidor, benefícios de médio e longo prazo na redução de tarifas, mesmo quando ele não participa diretamente de investimentos em EE ou GD.

Agenda Positiva da Mudança do Clima: análise de capacidades e necessidades tecnológicas

O IEI foi comissionado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), órgão ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, para aplicar metodologia desenvolvida pelo IEI para o setor de energia e realizar as devidas adaptações e aperfeiçoamentos metodológicos necessários quando houver.

 

A metodologia adaptou a proposta no handbook para elaboração do TNA (Technology Needs Assessment), instrumento metodológico para priorizar setores e tecnologias mitigação e adaptação às mudanças climáticas adequados às estratégias nacionais de desenvolvimento do país. A metodologia proposta incorporou a avaliação das capacidades locais de ciência, tecnologia e produção para a identificação das necessidades tecnológicas de maneira a subsidiar o planejamento nacional de ação tecnológica para a mudança do clima, tanto para mitigação como para adaptação, gerando contribuições relacionadas ao recém-criado Mecanismo Tecnológico da Convenção do Clima.

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Cenários de Eficiência Energética e Fontes Renováveis para o Relatório Revolução Energética 2016

O IEI foi comissionado pelo Greenpeace para modelar um cenário intensivo em premissas de eficiência energética e 100% baseado em fontes renováveis para cada um dos setores de consumo no Brasil, exceto o setor de transportes, em intervalos de 5 em 5 anos até o ano de 2050. Fará parte do relatório ‘Revolução Energética’ que o Greenpeace publica desde 2005.

 

A partir desses cenários, feitos para o horizonte de 2050, o Greenpeace pretende contribuir para o debate energético nacional, oferecendo cenários alternativos para fomentar as energias renováveis e a eficiência energética no Brasil.