Mediações sociotécnicas da transição energética: impactos da chegada da energia solar em uma comunidade isolada da Amazônia brasileira

Mediações sociotécnicas da transição energética: impactos da chegada da energia solar em uma comunidade isolada da Amazônia brasileira

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A coordenadora da área de Energia, Gênero e Interseccionalidades do IEI Brasil, Lígia Amoroso Galbiati, é a autora do artigo “Mediações sociotécnicas da transição energética: impactos da chegada da energia solar em uma comunidade isolada da Amazônia brasileira”. A publicação faz parte do Vol. 1, N°. 2, de 2026 da Revista Brasileira de Estudos CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade).

No artigo, a coordenadora de EGI do IEI Brasil parte da experiência de uma viagem de campo à comunidade extrativista de Vila Limeira, no sul do Amazonas, para analisar os impactos da energia solar e da transição energética com base em conceitos como policrises, mudanças climáticas, sustentabilidade e sociotécnica.

A pesquisa mostra como um sistema fotovoltaico descentralizado e isolado (MIGDI) adotado pela comunidade pode ser um exemplo de abordagem participativa dentro das políticas de transição energética. O contraste é feito com o modelo centralizado e individualizado SIGFI, o mais utilizado no programa Luz para Todos. O estudo revela os impactos do sistema MIGDI na comunidade, em esferas como governança local e usos da energia, além de benefícios sociais e econômicos.

O artigo destaca a importância de se compreender a transição energética como um processo sociotécnico e de as políticas públicas agregarem abordagens descentralizadas e participativas, levando em conta a realidade das comunidades.

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